Seguro Viagem – Dicas de Viagem Alagoas (AL)

De um lado do leque, mar e praias espetaculares. De outro, o Rio São Francisco. Cortando o território, rios como São Miguel, Tatuamunha, Coruripe. Sem contar, claro, as lagoas que ajudaram a dar nome ao estado: Mundaú, da Anta, Jacarecica… É quase inacreditável que, com o título de Paraíso das Águas, Alagoas – especialmente sua população sertaneja – continue a sofrer com a seca. E pensar que lá se vão mais de setenta anos desde que o escritor Graciliano Ramos, alagoano, contava em Vidas Secas a saga de retirantes nordestinos lidando com a fome e a pobreza na caatinga… Mas o contraste é mesmo a marca desse território minúsculo e belo. Com uma economia que já dependeu totalmente da cultura da cana-de-açúcar, Alagoas descobriu, no fim da década de 70, que seus encantos naturais poderiam trazer riqueza. Baseados na capital, Maceió, turistas brasileiros e estrangeiros se esbaldam na orla de Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca e, aproveitando as curtas distâncias, partem para bate-voltas diários. Para o norte, Paripuera marca o início da Costa dos Corais, com arrecifes e piscinas naturais. Daí em diante é uma sequência emocionante de imagens de cartão-postal: Barra de Santo Antônio, a selvagem Carro Quebrado, Barra do Camaragibe, os peixes-bois que vivem entre as águas do Rio Tatuamunha e as piscinas naturais de São Miguel dos Milagres, a praia do momento. No sentido sul, Marechal Deodoro, a antiga capital do estado, às margens da Lagoa Manguaba, mostra sua arquitetura do século 18. Ali pertinho estão as famosas Praia do Francês, Barra de São Miguel e Gunga, sempre lotadas nos fins de semana e alta temporada, além de Coruripe, cujas praias de areia finíssima foram o lar dos temidos índios Caetés no início da colonização. Ao se embrenhar interior adentro, em território que já pertenceu à Capitania de Pernambuco, comandada por Duarte Coelho no século 16, o turista vai encontrar cidades como Penedo, a mais antiga, às margens do São Francisco. Com uma história marcada por séculos de disputa de terra e plantio de cana-de-acúcar, Alagoas assistiu ao surgimento de poderosos usineiros, que ainda hoje controlam setores políticos e econômicos da região. Os negros africanos escravizados para trabalhar nos engenhos deixaram como herança a comunidade quilombola, no alto da Serra da Barriga, no município de União dos Palmares. No refúgio em que resistiram por quase 100 anos, hoje está instalado o Parque Memorial Quilombo dos Palmares, que guarda a reconstituição de edificações da época. Já em Piranhas, no alto sertão, há marcas de outro momento histórico importante, dos anos 1920 e 1930, quando os alagoanos foram aterrorizados pelo cangaço liderado por Lampião. Renderão boas histórias um passeio pelo Rio São Francisco, uma visita ao Museu do Sertão e uma ida ao povoado de Entremontes, tombado pelo Patrimônio Histórico e com uma comunidade de bordadeiras que sustenta a economia do lugar com seu delicado trabalho manual. Destinos neste estado Barra de Santo Antônio Barra de Santo Antônio - Foto: <p><br /><br /><br />
	Alex Uchôa</p><br /><br /><br />
Mesmo sendo próxima de Maceió, consegue manter as praias tranquilas. Grande parte dos visitantes quer conhecer as falésias de Carro Quebrado. Desde 2010, o acesso até lá não depende mais da balsa até a Ilha da Croa: é possível usar a ponte a partir de Barra de Santo Antônio. Vale a pena se esforçar para conhecer também a encantadora Praia do Morro. Barra de São Miguel

Aqui fica um dos destinos favoritos dos maceioenses, a Praia do Gunga, onde o mar se encontra com a Lagoa do Roteiro. Barra de São Miguel tem ainda o Kenoa Exclusive Beach & Resort. Há boa estrutura de restaurantes e barracas de artesanato – que lotam nas férias de verão. A Praia de Barra de São Miguel é comprida e tem partes tranquilas, quase privativas dos hotéis e pousadas da região. A oferta hoteleira vai de hospedagens simples ao requintado Resort Kenoa, que abriga o restaurante estrelado Kaamo. O trecho da AL-101 entre a Praia do Gunga e a afastada Praia de Barra de Jequiá fica perigoso quando começa a anoitecer. COMO CHEGAR O aeroporto mais próximo a Barra de São Miguel é o Maceió (Zumbi dos Palmares), a 50 km de distância. Traslados podem ser arranjados diretamente com sua agência de viagem ou mesmo com sua hospedagem. Da Praça Afrânio Jorge, no Centro de Maceió, saem ônibus diários, a cada 15 minutos, para Barra de São Miguel (Real Alagoas, 82-3311-5500, R$ 3); cerca de 1h30 de viagem). De carro, a BR-101 liga Barra de São Miguel a diversos estados: o acesso à cidade é feito pela AL-220, que fica entre as entradas de São Miguel dos Campos e Pilar. A partir de Maceió, são apenas 34 km pela asfaltada AL-101. ONDE FICAR Barra de São Miguel possui diversas hospedagens, das mais bem equipadas, como a Kenoa e a Gungaporanga (de onde se tem belas vistas para as Praias do Gunga e Barra de São Miguel), às mais acessíveis, caso das pousadas Village Barra, Barra Bonita e Brisamar, da simpática Maria do Sorcorro. Coruripe Com extensas faixas de areia e imensos coqueirais que contornam a orla, suas praias desertas são garantia de sossego. Estique o passeio até o vilarejo de Pontal do Coruripe para comprar peças artesanais feitas de palha de Ouricuri. Maceió Maceió

Maceió é a capital com a orla urbana mais bonita do Nordeste. O melhor trecho é a trinca formada por Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca. Ali, o mar esverdeado compõe a paisagem com piscinas naturais, as melhores barracas para comer sururu, bons hotéis, restaurantes estrelados e um calçadão repleto de esportistas. À noite o movimento não cessa: sob o ritmo de bandas e música eletrônica, as principais cabanas de praia da cidade, Lopana e Kanoa, em Ponta Verde, ficam lotadas. Longe do Centro, a costa de Maceió tem praias ainda mais belas – e tranquilas. Pratagi e Ipioca estão ao norte, seguindo pela BR-101. No sentido contrário, no caminho para o litoral sul do estado, o Pontal da Barra recebe apreciadores do tear, que compram as peças direto dos artesãos. COMO CHEGAR O Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, a 25 km da orla urbana, recebe voos de capitais. De lá parte um circular (Tropical 82/3354-2043, R$ 2,30; saídas diárias, de segunda a sexta-feira, a cada 30 minutos, sábado e domingo, a cada hora) para Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca. Táxis cobram R$ 50, em média, pela viagem. Quem vem de ônibus chega ao Terminal Rodoviário João Paulo II, perto do Centro. De carro, a Rodovia BR-101 (está em duplicação) liga Maceió a Aracaju, Recife, João Pessoa e Natal. COMO CIRCULAR Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca podem ser exploradas a pé, mas há ônibus urbanos que percorrem as avenidas que ligam as três praias. No caso das mais afastadas, como Ipioca e Pratagi, recomenda-se o aluguel de um carro ou contratar o serviço de turismo de alguma das vans do calçadão de Pajuçara. Para conhecer a Rua das Rendeiras vale esperar por um ônibus circular em direção ao Pontal. ONDE FICAR As praias Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca concentram as principais hospedagens. Os hotéis não ficam na areia, mas estão a poucos passos da orla. Ao redor, há bons restaurantes e barracas de praia. Se quiser fugir do movimento, procure as pousadas nas praias de Ipioca e Pratagi. ONDE COMER A maior parte dos restaurantes de Maceió está nos bairros de Jatiúca, Ponta Verde e Pajuçara, como o estrelado Wanchako, um dos melhores de cozinha peruana do Brasil. A capital conta ainda com outro estrelado, o Divina Gula, que mescla as culinárias mineira e nordestina. A principal novidade é o Espaço Gourmet Vera Moreira, com menu-degustação renovado a cada semana. Comida típica Sururu – O molusco, também conhecido como siriri, tem no máximo, 2 cm, vive na lama das lagoas e é fonte de renda para as famílias da região. Nas mesas da cidade, é servido como couvert (com leite de coco) ou entradinha (o de capote é cozido com leite de coco, molho de tomate, pimentão, coentro, cheiro-verde, azeite, cebola e alho), ou em pratos com peixe. Os caldinhos também são muito populares. SUGESTÕES DE ROTEIROS 3 dias – Visite as três praias centrais: Jatiúca, Ponta Verde e Pajuçara. A Feira de Artesanato de Pajuçara, aliás, fica próxima do ponto de partida para as piscinas naturais. Não deixe de apreciar o artesanato local na Rua das Rendeiras. Por fim, vale provar a culinária do estrelado especializado em cozinha nacional, o Divina Gula. 5 dias – Aproveite que tem mais tempo para passear pelo norte do estado, cujo acesso é pela AL-101. A primeira parada é a Praia de Carro Quebrado, na Barra de Santo Antônio, a menos de 50 km de Maceió. Depois, siga para São Miguel dos Milagres, uma vila de pescadores a 106 km de Maceió, e vá à praia cinco-estrelas do Patacho. Em Maragogi, a 140 km, estão as piscinas naturais conhecidas como Galés (mergulhe para ver os peixes coloridos). 10 dias – Dá para fazer o passeio de barco até a foz do Rio São Francisco, que parte do litoral sul do estado. No caminho até Piaçabuçu, de onde parte o passeio, estão as praias do Francês e do Gunga, em Barra de São Miguel. Lá, também vale fazer o passeio até a Vila Palateia ou almoçar no restaurante estrelado Kaamo. De volta a Maceió, vá ao estrelado peruano Wanchako. QUANDO IR A alta temporada é no verão, quando a cidade fica movimentada e mais cara. De maio a julho, as temperaturas continuam altas, mas chove muito. Os passeios às piscinas naturais são alterados de acordo com a tábua de marés. Maragogi Maragogi Famosa pelas Galés, conjunto de piscinas naturais, Maragogi é considerada o tesouro mais precioso da Costa dos Corais. O lugar é comparado por muitos turistas às ilhas caribenhas, graças à cor azul-turquesa da água. Além das Galés, que já foram bastante exploradas, há outras piscinas naturais, como Taoca e Barreira de Peroba, que são mais preservadas. COMO CHEGAR De Maceió, são 140 quilômetros num trajeto meio tortuoso. Siga pela AL-101 até a Barra de Santo Antônio, depois pela AL-413 até São Luís do Quitunde, AL-105 até Porto Calvo, AL-465 até Japaratinga e, finalmente, AL-101 até Maragogi. De Recife, os 130 quilômetros são percorridos pelas rodovias BR-101, PE0-060 e AL-101. Partindo de ônibus da capital alagoana, são 2h30 de viagem (Real Alagoas, 3356-1324, dois horários diários pela manhã). De ônibus, a partir de Recife, o trecho também leva 2h30 (Real Alagoas, 81/3452-1511, duas saídas por dia pela manhã). COMO CIRCULAR Uma van sai do Centro e percorre a AL-101, passando pelas praias no sentido sul e norte – menos Bitingui, Barreiras do Coqueirão, Boqueirão e do Pontal. ONDE FICAR O Salinas do Maragogi Resort é uma das hospedagens mais caras da região, e reserva lazer e conforto excessivos. O Gran Oca Maragogi Resort tem uma das piscinas mais longas do Nordeste: são 400 metros, dividindo o resort ao meio. Quem busca economizar pode se hospedar na Pousada do Alto, Pousada Praiagogi, Vila Cobé, Pousada Vila de Taipa e Venezia Tropicale. ONDE COMER Há restaurantes que estão dentro das pousadas, como é o caso do Tuyn, na Praiagogi, e do Caiuia. O Mara e o Venezia Tropicale ficam próximos de praias, enquanto o Deck bar é beira-mar. Não deixe de provar a Tapioca da Martha, a melhor de Maragogi. SUGESTÕES DE ROTEIROS 2 dias – Tire um dia para aproveitar as praias mais afastadas, como a de Japaratinga, com centrinho próprio. Já na Praia de Maragogi, o Passeio de Barco até as Piscinas Naturais é atividade obrigatória para nadar com peixinhos e observar o fundo do mar. As Galés são as mais conhecidas e, por serem as mais visitadas, são as menos preservadas. Depois, a partir das 17h, a Feira de Artesanato ocupa o calçadão da praia principal. Não deixe de conhecer o restaurante Tuyn, da pousada Praiagogi. 4 dias – Aproveite para dar uma esticada até São Miguel dos Milagres, onde fica a Praia do Patacho e o Santuário do Peixe-boi Marinho. Você pode chegar até lá fazendo a travessia de balsa, pela Praia do Pontal. Se o plano for almoçar pela região, faça uma reserva no Patacho aproveite para dar uma passada na loja das Sandálias Lima. QUANDO IR As temperaturas são altas e chegam até 30ºC no verão. Entre maio e julho, as chuvas aumentam. É muito importante programar a visita durante a maré baixa, condição necessária para que os passeios sejam feitos. Consulte a tábua de marés da marinha (mar.mil.br/dhn). Marechal Deodoro Capital do Estado entre 1823 e 1839. Suas construções históricas estão mal conservadas. Penedo Penedo Fundada no século 16, às margens do Rio São Francisco, foi o primeiro povoado de Alagoas. O Centro Histórico guarda um significativo conjunto arquitetônico – museus e igrejas dos séculos 17 e 18 – e pode ser visitado a pé. Uma das grandes atrações é o passeio de barco até a foz do Velho Chico. De um lado do leque, mar e praias espetaculares. De outro, o Rio São Francisco. Cortando o território, rios como São Miguel, Tatuamunha, Coruripe. Sem contar, claro, as lagoas que ajudaram a dar nome ao estado: Mundaú, da Anta, Jacarecica… É quase inacreditável que, com o título de Paraíso das Águas, Alagoas – especialmente sua população sertaneja – continue a sofrer com a seca. E pensar que lá se vão mais de setenta anos desde que o escritor Graciliano Ramos, alagoano, contava em Vidas Secas a saga de retirantes nordestinos lidando com a fome e a pobreza na caatinga… Mas o contraste é mesmo a marca desse território minúsculo e belo. Com uma economia que já dependeu totalmente da cultura da cana-de-açúcar, Alagoas descobriu, no fim da década de 70, que seus encantos naturais poderiam trazer riqueza. Baseados na capital, Maceió, turistas brasileiros e estrangeiros se esbaldam na orla de Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca e, aproveitando as curtas distâncias, partem para bate-voltas diários. Para o norte, Paripuera marca o início da Costa dos Corais, com arrecifes e piscinas naturais. Daí em diante é uma sequência emocionante de imagens de cartão-postal: Barra de Santo Antônio, a selvagem Carro Quebrado, Barra do Camaragibe, os peixes-bois que vivem entre as águas do Rio Tatuamunha e as piscinas naturais de São Miguel dos Milagres, a praia do momento. No sentido sul, Marechal Deodoro, a antiga capital do estado, às margens da Lagoa Manguaba, mostra sua arquitetura do século 18. Ali pertinho estão as famosas Praia do Francês, Barra de São Miguel e Gunga, sempre lotadas nos fins de semana e alta temporada, além de Coruripe, cujas praias de areia finíssima foram o lar dos temidos índios Caetés no início da colonização. Ao se embrenhar interior adentro, em território que já pertenceu à Capitania de Pernambuco, comandada por Duarte Coelho no século 16, o turista vai encontrar cidades como Penedo, a mais antiga, às margens do São Francisco. Com uma história marcada por séculos de disputa de terra e plantio de cana-de-acúcar, Alagoas assistiu ao surgimento de poderosos usineiros, que ainda hoje controlam setores políticos e econômicos da região. Os negros africanos escravizados para trabalhar nos engenhos deixaram como herança a comunidade quilombola, no alto da Serra da Barriga, no município de União dos Palmares. No refúgio em que resistiram por quase 100 anos, hoje está instalado o Parque Memorial Quilombo dos Palmares, que guarda a reconstituição de edificações da época. Já em Piranhas, no alto sertão, há marcas de outro momento histórico importante, dos anos 1920 e 1930, quando os alagoanos foram aterrorizados pelo cangaço liderado por Lampião. Renderão boas histórias um passeio pelo Rio São Francisco, uma visita ao Museu do Sertão e uma ida ao povoado de Entremontes, tombado pelo Patrimônio Histórico e com uma comunidade de bordadeiras que sustenta a economia do lugar com seu delicado trabalho manual. Piranhas Piranhas Tombada, essa cidade do século 19, está intimamente ligada à história do cangaço. Foi em Piranhas que a cabeça de Lampião ficou exposta depois que ele foi morto na Grota do Angico – destino de um passeio que inclui navegar pelo São Francisco. Praia do Francês Praia do Francês Um dos destinos mais famosos de alagoas, fica bem perto da capital e pode ser conhecido em um bate e volta. mas as pousadinhas simpáticas e o novo e bem-estruturado hotel Ponta Verde Praia do Francês são bons motivos para prolongar a estada. a praia merece: extensa, com mar azul-turquesa, tem um trecho com ondas fortes e muitos surfistas e outro protegido por uma barreira de corais, que resulta em águas mansas para banhistas. São Miguel dos Milagres São Miguel dos Milagres Por não receber excursões de Maceió (apesar da proximidade com a capital), São Miguel dos Milagres tem o litoral mais preservado da região. É uma vila de pescadores cortada por apenas uma rua principal e cercada por povoados. Em cada um é possível conhecer uma praia diferente, de beleza especial. O mar é verde-clarinho, morno e sem ondas, com os recifes característicos da Costa dos Corais. Quando a maré baixa é possível andar quilômetros mar adentro e mergulhar nas piscinas naturais. A falta de núcleos urbanos mais desenvolvidos fomentou a formação de um circuito gastronômico dentro das próprias pousadas, que são bem estruturadas e charmosas. São Miguel dos Milagres possui uma das atrações cinco estrelas do GUIA QUATRO RODAS BRASIL 2013, a deslumbrante Praia do Patacho, que conta com centenas de coqueiros emoldurando uma extensa faixa de areia junto ao mar de tons esverdeados. Além de uma série de praias bem bacanas nos arredores, é possível fazer um passeio de jangada até as piscinas naturais e praticar snorkel nas águas cristalinas junto dos recifes das praias do Toque e de São Miguel. Outra atração interessante é visitar o Santuário do Peixe-Boi Marinho, junto ao rio Tatuamunha, e conhecer um dos mamíferos brasileiros mais ameaçados de extinção, dóceis como golfinhos. COMO CHEGAR Saindo de Maceió pela AL-101, os primeiros 50 km até Barra de Santo Antônio compõem um dos trechos rodoviários mais bonitos do país, seguindo muitas vezes paralelo à praia e ao coqueiral. Após atravessar São Luís do Quitunde, deixe a rodovia principal e vire à direita em direção a Passo de Camaragibe e Barra de Camaragibe, onde a estrada volta a encontrar o mar azul-esverdeado. São Miguel dos Milagres está logo ali, a 11 km. Quem não estiver motorizado pode solicitar a sua pousada os arranjos do traslado, já que vários estabelecimentos oferecem o serviço cobrando uma taxa. ONDE FICAR O GUIA BRASIL traz uma seleção de pousadas e hotéis, a maioria junto à praia, incluindo as localizadas nos municípios vizinhos de Porto de Pedras e Passo do Camaragibe. Os destaques são a Pousada do Toque, a Aldeia Beijupirá e a charmosa Pousada do Caju, com acomodações em bangalôs e chalés. Vários estabelecimentos não aceitam crianças ou mesmo menores de 16 anos, portanto cheque com certa antecedência. ONDE COMER Todos os restaurantes de São Miguel dos Milagres são simples ou de médio conforto, oferecendo um cardápio que transita entre o variado e os pescados. Alguns não aceitam cartões como forma de pagamento. QUANDO IR A alta estação é no verão, quando chove menos e o calor chega a picos de 30 graus ou mais. Neste período as diárias de hotéis e restaurantes cobram as tarifas mais altas e é necessário fazer reserva com certa antecedência. De maio a julho a temperatura continua alta, mas chove bastante. Setembro e outubro são meses que podem oferecer algumas boas ofertas e o tempo pode estar mais firme.

Fonte: Quatro Rodas

Para contratar seu seguro viagem, acesse:

www.segurosparaviagens.com.br

Seguro Viagem Porto Seguro feito para evitar aborrecimentos. Com o seguro viagem Porto Seguro você viaja tranquilo.
Conheça o seguro viagem da Porto Seguro, líder nacional na prestação de serviços de seguro viagem e assistência 24 horas. Confira!

Aproveite a sua viagem com tranquilidade e proteção com o Porto Seguro Viagem. Seja em viagens nacionais ou internacionais, com o seguro de viagem Porto Seguro você viaja seguro e tranquilo.

A Porto seguro uma das maiores seguradoras do Brasil, proporciona a contratação online de seguro viagem com segurança e qualidade. Confira!

A decisão de adquirir uma apólice de seguro viagem juntamente com o planejamento de uma viagem aérea, marítima ou até mesmo terrestre, é a maneira mais inteligente de proteger você e sua família.

Por um custo pequeno, o Seguro para Viagem da Porto Seguro lhe dará segurança e tranquilidade para você viajar, seja qual for o destino lazer, negócios ou intercâmbio, viaje o mundo com mais segurança e proteção do Porto Seguro para Viagem.  

Nada Melhor que Viajar com Segurança, a Porto Seguro tem os Melhores Planos Para Você Viajar Tranquilo.

Seguro Viagem Online Porto Seguro

Contrate online o seguro da sua viagem. Faça uma cotação agora com Privacidade e Segurança Página criptografada.

Contrate um Seguro viagem Porto Seguro, porque imprevistos podem acontecer, mesmo nos momentos mais felizes de nossas vidas; em uma viagem ao exterior por exemplo. Pensando nisso, que é extremamente importante contratar um bom seguro de viagens. Imagine-se em uma situação que eventualmente em uma viagem internacional você possa sofrer algum transtorno que requeira de cuidados médicos e você está longe de tudo e de todos, é nessa hora que entra em ação a equipe de atendimento 24 horas do seguro viagem Porto Seguro.

Sabemos que em qualquer parte do mundo, na Europa e nos EUA, por exemplo, uma consulta médica custa muito caro sem contar os procedimentos médicos, internações e medicamentos; uma cirurgia custa uma fortuna; os prejuízos são enormes para quem não contratou um Seguro Viagem Porto Seguro. Além disso você pode perder ou ter a bagagem extraviada ou os documentos roubados ou furtados.

Com o Seguro Viagem Porto Seguro, você não precisa se preocupar com os imprevistos; o seguro viagem cobrirá os prejuízos; conforme o plano escolhido e contratado e respeitadas as condições gerais do seguro, preestabelecidas no ato da contratação.

Contrate on-line o seguro da sua viagem!